SUPORTE –
Uma vez concebidos de forma reversa ao fluxo natural de funcionamento de um Hospital, esses verdadeiros “dinossauros” passaram a exigir suporte ininterrupto. Com isso os custos são repassados aos clientes apenas para se cobrir uma imensa relação de gastos com profissionais voltados a “reparar erros”, e raramente a evoluir uma solução. Apesar de uma conta alta, não há resultado. A concepção de facilitar a confecção da “Fatura”, por definição é um enorme erro.
Uma fatura nada mais é do que a conseqüência de todo o atendimento do paciente. Quanto mais foco se dá ao faturamento, menor é a qualidade do resultado que um software dá de uma forma geral, porque o que importa é atender aos 5 clientes do hospital a julgar:
- Paciente,
- Familiares,
- Convênios,
- Médicos,
- Funcionários,
São eles que devem ser rapidamente atendidos, garantindo assim, o maior patrimônio de uma instituição, que é justamente a forma com que seus clientes a enxergam. E um software pode ajudar sobremaneira, agilizando as informações, integrando os diversos níveis de atendimento de um Hospital.
Desenvolvimento –
Além disso, as técnicas utilizadas por esses sistemas antigas são rudimentares, e só mesmo a reconstrução total desses softwares permite um avanço tecnológico.
Como então substituir toda a base instalada atualmente por uma nova solução?
É preciso antes escrever esse novo software. Mas como reescrever um sistema desse porte, que demanda trabalho ao longo de anos, e ao mesmo tempo se manter no mercado competitivamente com uma solução obsoleta? E ainda, preparar todos os clientes atuais, para iniciar um longo processo de substituição com a re-implantação de um novo sistema daqui a não se sabe quantos anos, sendo que hoje já existe um software pronto, testado, concluído, a um custo altamente competitivo? |